folder Categoria
Naamah
por Bruno Accioly comment 0 Comentários access_time 38 min de leitura

Naamah

Supõe-se que Naamah (que significa “A Adorável”) seja filha de Lamech e Zillah, contudo, algumas coincidências ao redor dela se fazem interessantes.

Naamah seria irmã de Tubal-Cain, conhecido por ser o primeiro a trabalhar com metais e, portanto, o primeiro metalúrgico, o que será importante nesta linha de argumentação.

Temos o nome de quatro das filhas de Lilith com SamaelEishet ZenunimAgrat bat Mahlat (Igrat), Mahalath e Naamah, até porque as quatro são consideradas as Prostitutas Sagradas.

Sabemos ainda, pelo Zohar, que Samyaza tomou Naamah para si como consorte, bem como Azazel. E que a barganha dos Grigori, ao tomar para si suas esposas no mundo dos Homens, foi dar a eles o que Samael deu à Chavah no Éden: o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal – nada menos que os projetos para a civilização.

Sabemos ainda que Azazel foi o Malachim que dispensou o conhecimento acerca da Metalurgia… e é aí que reside a coincidência suspeita.

O primeiro metalúrgico, Tubal-Cain, tinha uma irmã cujo nome era o mesmo da consorte do Malachim que forneceu o conhecimento da Metalurgia.

Lameque teve duas esposas, concomitantemente ou não e, por si só, a presença dessas duas mulheres na geanlogia de Adamah é peculiar, já que nenhuma outra mulher, desde Chavah, aparece nesta genealogia.

Mais peculiar ainda, talvez, sejam os significados dos nomes de Adah e Zillah, respectivamente “Ornamento” e “Sombra da Escuridão”, que carrega consigo um simbolismo agourento que remete à outra figura já vista até aqui.

A filha de Zillah com Lameque se chamou Naamah, que quer dizer “A Adorável”.

Naamah, portanto, embora filha legítima de Lameque, tinha por mãe a “Sombra da Escuridão”, nome associado à Lilith!

Lameque, por sua vez, como descendente de Cain, era descendente de Chavah e do próprio Samael!

O plano de Samael, portanto, havia sido mais sofisticado do que se imaginava, e Naamah (“A Adorável”), se tornou a consorte de Samyaza e Azazel, repetindo a rebeldia de Chavah e prostituindo sua inocência e a de mais duzentas moças em troca do fruto do conhecimento do bem e do mal.

Posteriormente ao seu envolvimento lascivo com os dois Malachim, Naamah se tornaria esposa de Noah (ver comentário de Rashi em Gênesis 4:22).

Naamah é identificada com essa pessoa em algumas tradições cabalísticas como um demônio ou, por outra, um Lilim – nome dado aos “filhos” ou familiares de Lilith.

A noção de Prostituta Sagrada, inclusive, pode ter relação direta com o fato de que as quatro filhas de Lilith foram as primeiras a se entregarem aos Malachim em troca do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal.

Pesquisa

Zohar

Naamah é mencionada pelo “Zohar” como uma figura associada à origem de espíritos e bruxas, nascida do Zivug (união) com anjos, especificamente Aza e Azael. Ela é descrita como sendo metade anjo, metade pessoa, devido à sua linhagem paterna angelical e sua maternidade humana. A narrativa sugere que, embora Naamah fosse como as pessoas em um aspecto, ela não podia dar à luz humanos comuns porque a semente dentro dela vinha de anjos, não de pessoas. Isso coloca Naamah em uma posição única, servindo como uma ponte entre o divino e o humano, mas também a coloca em uma situação de impureza e associação com o mal, de acordo com a perspectiva do texto.

O contexto fornecido indica que Naamah é uma figura central na explicação de certas crenças místicas sobre a origem das bruxas e sua conexão com o divino e o profano. A ideia de que bruxas são metade anjos, metade pessoas, reflete uma visão complexa da natureza desses seres, sugerindo uma origem divina, mas também uma capacidade para o mal, devido à sua associação com a depravação e a distância do Criador.

Na tradição judaica mais ampla, Naamah é um nome que aparece em diferentes contextos. Por exemplo, Naamah é mencionada na Bíblia Hebraica como a irmã de Tubal-Caim (Gênesis 4:22) e como uma das esposas de Salomão (1 Reis 14:21), embora essas referências sejam breves e não forneçam muitos detalhes sobre suas vidas ou seu caráter. A Naamah mencionada no contexto do Zohar parece ser uma figura distinta, mais profundamente enraizada na mística judaica e nas tradições esotéricas relacionadas à origem dos seres sobrenaturais.

O Zohar, do qual o trecho é retirado, é um dos textos fundamentais da Cabala, a tradição mística judaica. Ele contém uma complexa teologia, cosmologia e interpretação esotérica da Bíblia Hebraica. As histórias e personagens dentro do Zohar são frequentemente simbólicas, destinadas a transmitir verdades espirituais profundas e insights sobre a natureza de Deus, o universo, e a alma humana. Portanto, a menção de Naamah neste contexto deve ser entendida dentro dessa rica tapeçaria de simbolismo e significado místico.

Livro de Lamech de Caim

Naamah é mencionada no “Livro de Lamech de Caim” como uma figura de destaque em narrativas que parecem explorar temas mitológicos e apócrifos. Ela é descrita de maneira bastante detalhada, com elementos que misturam mitologia, espiritualidade e elementos sobrenaturais. Aqui estão alguns pontos principais sobre Naamah conforme o documento:

  1. Filha de Lamech e Zillah: Naamah é apresentada como filha de Lamech, de sua esposa Zillah. Ela nasceu pálida e sem a marca completa da linhagem de Caim, indicando uma distinção ou pureza incomum dentro de sua família.
  2. Beleza e Talento: Ela é descrita como bela e agradável aos olhos de todos, conhecida na cidade de Enoch por seu canto. Isso sugere que ela possuía habilidades artísticas ou um charme que a destacava entre seus contemporâneos.
  3. Relações com os Filhos de Deus: Naamah é retratada tendo interações com os “filhos de Deus”, uma referência que pode aludir a anjos ou seres divinos. Essas interações incluem sedução e práticas que são vistas como transgressões, indicando uma complexidade em seu caráter e escolhas.
  4. Consequências e Redenção: Apesar de suas ações e das complicações que surgem delas, há uma narrativa de redenção para Naamah. Lamech, seu pai, eventualmente a perdoa, e ela é preparada para um novo começo, embora com a sombra de seu passado ainda presente.
  5. Legado e Descendência: Naamah é mencionada em relação a Noah (Noé), sugerindo um papel importante na linhagem bíblica, possivelmente como esposa de Noé, embora isso seja uma interpretação e não explicitamente declarado no texto canônico da Bíblia.
  6. Simbolismo e Significado: A história de Naamah, conforme apresentada, é rica em simbolismo, abordando temas de transgressão, redenção, e o papel das mulheres em narrativas mitológicas. Ela serve como um exemplo de como personagens femininos podem ser centrais em histórias que exploram a interseção do divino, do humano e do moral.

O tratamento de Naamah neste documento é claramente fora do âmbito das escrituras canônicas judaico-cristãs, mergulhando em interpretações e expansões que são típicas de textos apócrifos ou pseudepígrafos. Essas narrativas oferecem uma visão alternativa e ampliada de figuras bíblicas, muitas vezes explorando lacunas ou silêncios dentro do texto bíblico oficial.

Naamah em Enoque

Naamah é mencionada no contexto da cidade de Enoque no documento fornecido. Ela era conhecida na cidade de Enoque por seu canto, indicando que ela não apenas frequentava a cidade, mas também tinha uma presença significativa e reconhecida lá. Sua habilidade e paixão pelo canto parecem ter sido notáveis o suficiente para serem destacadas na narrativa, sugerindo que ela era uma figura de certa estima ou notoriedade dentro da comunidade da cidade de Enoque.

Além disso, a narrativa detalha as interações de Naamah com os “filhos de Deus” na cidade de Enoque, mostrando que ela estava ativamente envolvida em eventos e práticas sociais complexas e, em alguns casos, controversas dentro da cidade. Essas interações incluem a sedução por esses seres e sua subsequente adoração e prática de divinação com eles, o que implica um envolvimento profundo com as dinâmicas culturais e espirituais da cidade.

Portanto, pode-se concluir que Naamah não apenas frequentava a cidade de Enoque, mas também participava ativamente de suas complexidades sociais e espirituais, desempenhando um papel significativo nas narrativas que se desenrolam dentro e ao redor da cidade.

Os “filhos de Deus” são mencionados como estando presentes na cidade de Enoque. Eles são descritos como seres poderosos e autoritários que tinham influência significativa dentro da cidade. A narrativa indica que eles exerciam seu poder de maneira opressiva, abusando de sua autoridade sobre os habitantes da cidade. Eles são retratados ensinando aos homens como misturar sangue e cometer outras abominações, sugerindo que tinham um papel ativo na corrupção moral e espiritual da cidade.

Além disso, os “filhos de Deus” são descritos como extravagantes e governando a cidade com miséria, indicando que não apenas frequentavam Enoque, mas também detinham uma posição de domínio que lhes permitia moldar a cultura e as práticas da cidade de acordo com seus desejos. Eles eram temidos e reverenciados, e suas ações contribuíram para o estado de decadência moral e espiritual da cidade.

Portanto, a presença dos “filhos de Deus” em Enoque era significativa e impactante, marcando profundamente a história e o destino da cidade e de seus habitantes.

O “Livro de Lameque de Caim” menciona que os “filhos de Deus” ensinaram aos homens como misturar sangue e cometer outras abominações na cidade de Enoque, sugerindo que havia, de fato, uma forma de conivência ou interesse por parte de alguns habitantes de Enoque em aprender os ofícios e práticas ensinadas por esses seres. Essa interação indica que os “filhos de Deus” não apenas exerciam influência e poder sobre os habitantes, mas também compartilhavam conhecimentos que eram considerados proibidos ou malignos, contribuindo para a corrupção moral e espiritual da cidade.

A narrativa sugere que a presença e as ações dos “filhos de Deus” em Enoque foram significativas e tiveram um impacto profundo na conduta e nas crenças dos habitantes da cidade. A menção de ensinamentos sobre misturas de sangue e outras práticas abomináveis implica que houve uma aceitação ou pelo menos uma tolerância dessas atividades por parte de alguns enoquianos, o que contribuiu para o estado de decadência e maldade que caracterizava a cidade.

Pode-se inferir que houve uma conivência e um interesse por parte de alguns habitantes de Enoque em aprender e adotar os ofícios e práticas ensinadas pelos “filhos de Deus”, o que desempenhou um papel na perpetuação da violência, da maldade e da corrupção dentro da cidade.

Lameque, Adah, Zillah, Naamah e Tubal-Caim moravam na cidade de Enoque. O documento menciona várias vezes a cidade de Enoque em relação a esses personagens, indicando que era o local onde eles viviam e interagiam com outros habitantes e entidades mencionadas na narrativa. A cidade de Enoque serve como cenário principal para os eventos descritos envolvendo Lameque, suas esposas Adah e Zillah, e outros personagens importantes da história.

Naamah é seduzida por eles, cujas características físicas são descritas de maneira bastante explícita e sobrenatural. Ela é atraída pela sua aparência e poder, levando-a a desejar e, eventualmente, se envolver sexualmente com eles. Esta relação é descrita como uma de sedução e luxúria, onde Naamah pratica divinação e feitiçaria com os [filhos de Deus], indicando uma troca de favores e conhecimentos entre eles.

A narrativa sugere que Naamah é profundamente influenciada pelos [filhos de Deus], ao ponto de adorá-los e participar de práticas abomináveis junto a eles. Este envolvimento tem consequências negativas para Naamah, retratando-a de maneira negativa perante sua família e comunidade. Lamech, Tubal-Cain, Jabal e Jubal, figuras masculinas de sua família, reagem com desgosto e pensamentos de vingança contra os [Nephilim], termo que também é associado aos [filhos de Deus] e suas ações.

Além disso, a relação de Naamah com os [filhos de Deus] é marcada por abuso e exploração, culminando na sua degradação física e social. Ela é tratada como uma prostituta, e sua interação com eles é vista como uma fonte de corrupção e degradação moral. Apesar de sua relação com os [filhos de Deus], Naamah nunca concebe filhos com eles, o que é destacado como uma peculiaridade dada a natureza dessas uniões na época.

Em resumo, a relação de Naamah com os [filhos de Deus] é complexa, envolvendo sedução, adoração, práticas abomináveis e consequências negativas tanto para ela quanto para sua comunidade.

A menção a Naamah foca em sua relação com os [filhos de Deus] e destaca que, apesar de sua interação íntima com eles, ela nunca concebeu filhos, o que é notável dada a associação dos Nephilim como descendentes de tais uniões.

Mais sobre Naamah

Há descrições de Naamah, embora sejam de natureza bastante específica e detalhada, envolvendo elementos de sua interação com os “filhos de Deus”, práticas e consequências dessas interações. Aqui estão alguns pontos destacados sobre Naamah conforme descrito no texto:

  1. Sedução e Interações com os Filhos de Deus: Naamah é descrita como sendo seduzida pelos “filhos de Deus”, que possuíam características físicas extraordinárias. Ela é retratada como tendo desejado esses seres e participado de práticas sexuais com eles.
  2. Práticas Religiosas e Divinação: É mencionado que Naamah adorava os “filhos de Deus” e praticava divinação e feitiçaria, incluindo ressurreição, com eles. Isso indica que ela estava envolvida em práticas espirituais ou religiosas consideradas fora das normas da sua comunidade.
  3. Transformações e Consequências: O texto descreve transformações de homens em bestas e vice-versa, sugerindo um mundo em que as barreiras entre o humano e o animal, o natural e o sobrenatural, eram permeáveis. Naamah é central nessas narrativas, participando ativamente dessas transgressões.
  4. Relacionamento com Lamech e Outros: Há menções de Lamech, Tubal-Cain, Jabal e Jubal, que reagem negativamente às ações de Naamah, indicando tensões familiares e sociais. Lamech, em particular, é retratado como tendo um relacionamento complexo com Naamah, eventualmente chegando a um ponto de reconciliação e aceitação.
  5. Percepção e Legado: Naamah é descrita de maneira ambivalente, sendo ao mesmo tempo amada por muitos, mas também vista como uma figura de desolação e corrupção. Seu legado é complicado pela sua associação com práticas consideradas imorais ou perigosas pela sua comunidade.
  6. Relacionamento com Noé: O texto termina mencionando que Naamah e Noé tiveram três filhos, indicando que, apesar de suas ações anteriores, ela se tornou parte da linhagem que sobreviveria ao dilúvio, sugerindo uma redenção ou aceitação de sua figura.

Essas descrições de Naamah pintam um retrato de uma figura complexa, envolvida em práticas e relações que desafiavam as normas de sua sociedade, mas que também desempenhou um papel significativo na narrativa maior de sua comunidade e linhagem.

Sim, o documento fornece informações sobre Naamah. De acordo com o texto, Naamah é mencionada no contexto de discussões sobre anjos, bruxas e a natureza de sua prole. Aqui estão os pontos principais sobre Naamah conforme descritos no documento:

  1. Origem das Bruxas e sua Natureza: O texto explica que bruxas são consideradas metade anjos, metade pessoas. Isso se deve aos seus pais, Aza e Azael, fazendo delas anjos em um aspecto, enquanto por parte de Naamah, elas são como pessoas. No entanto, é destacado que Naamah não poderia dar à luz a pessoas, pois a semente dentro dela veio de anjos, não de pessoas.
  2. Prejuízo Causado pelas Bruxas: A razão para o dano que as bruxas podem causar é atribuída ao fato de que elas nasceram de depravação, estando assim muito distantes do Criador. Isso faz com que sua impureza as acompanhe e traga mal onde quer que estejam.
  3. Relação com Naamah: À noite, diz-se que as bruxas vão a Naamah, a mãe das bruxas, por quem o primeiro povo caiu. Isso sugere uma conexão profunda entre Naamah e as bruxas, além de uma influência contínua sobre elas.
  4. Beleza de Naamah: É mencionado que Naamah, uma das filhas de Caim, foi a mais bela de todas as mulheres no mundo. Isso é atribuído ao fato de que o pecado ocorreu principalmente na parte masculina de Caim, não na feminina. Assim, Naamah é destacada tanto por sua conexão com figuras angélicas quanto por sua beleza excepcional.

Esses pontos resumem as informações sobre Naamah conforme apresentadas no documento. Ela é retratada como uma figura central na mitologia relacionada à origem das bruxas, destacando sua influência e características únicas dentro dessa tradição.

A narrativa apresentada no documento concentra-se significativamente nas complexidades e tensões inerentes às relações entre Lamech e suas duas esposas, Zillah e Adah. Este enredo revela as dinâmicas complicadas de um casamento poligâmico dentro do contexto de uma sociedade antediluviana, marcada por crenças, práticas e desafios únicos.

Relações entre Lamech, Zillah e Adah

  1. Poligamia e Conflito: Lamech é descrito como tendo duas esposas, o que por si só estabelece um cenário para potenciais conflitos e rivalidades. A poligamia, neste contexto, não é apenas uma questão de prática social, mas também uma fonte de tensão emocional e psicológica para os envolvidos.
  2. Amor e Ciúme: Lamech se encontra em um ciclo de amor e ciúme com suas esposas. Ele se apaixona por Adah, o que provoca ciúmes em Zillah. Quando Lamech muda sua afeição para Zillah, Adah então se sente negligenciada e ciumenta. Esse ciclo de afeição alternada e ciúme entre as esposas ilustra a dificuldade inerente de dividir o amor e a atenção de maneira equitativa em um relacionamento poligâmico.
  3. Engano e Manipulação: As esposas de Lamech, Zillah e Adah, usam de engano e manipulação, fazendo com que Lamech se sinta traído e manipulado. Isso é evidenciado quando ambas as mulheres o enganam sobre com quem ele deveria passar a noite, exacerbando ainda mais as tensões dentro do lar.
  4. Busca por Consolo Fora do Casamento: Diante das complicações em seu casamento, Lamech busca consolo fora de casa, especificamente com Uvall (o Gigante) e o Leviatã. Essa busca por companhia e entendimento fora do casamento reflete a profundidade de sua insatisfação e desespero.
  5. Consequências da Poligamia: A narrativa também explora as consequências mais amplas da poligamia, não apenas no que diz respeito à dinâmica conjugal, mas também em como isso afeta os filhos e a estrutura familiar mais ampla. A história de Naamah, a filha de Lamech e Zillah, serve como um exemplo das repercussões geracionais das escolhas e comportamentos dos pais.

Reflexão

Através dessas complexidades, a narrativa oferece uma reflexão sobre os desafios das relações humanas, especialmente aquelas que desafiam as normas sociais e emocionais. As histórias de Lamech, Zillah e Adah, embora situadas em um contexto mitológico e antigo, ressoam com temas universais de amor, ciúme, traição e a busca por significado e conexão em meio a desafios relacionais.

Manuscritos do Mar Morto

Lamech, “o Justo”, pai de Noah, fez uma declaração acerca do recém nascido.

Então considerei se a gravidez se deu por conta dos Grigori e dos Sagrados ou dos Nephil[im], e me transtornei acerca desta crianca. Então eu, Lamech, tive receio e fui até Batenosh, [minha] e[sposa… dizendo, “Jur]e [para mim] pelo Altíssimo, pelo Senhor da Grandiosidade, pelo Rei E[terno] [que a criança vem dos] seres dos céus!

– Gênesis Apócrifo

Fica claro que Lamech, o Justo, quando viu o recém nascido, por conta de sua aparência teve de perguntar à sua esposa, Batenosh, se aquela criança era rebento dos Malachim.

Isso sugere que Naamah se envolvera com os Grigori quando do nascimento de Noah, possivelmente antes.

Comparando a árvore genealógica de Cain e de Seth, certamente Naamah era mais velha que Noah.

Se Naamah se entregou aos Grigori aos 15 anos, por exemplo, ela teria se envolvido com Noé dos seus 35 aos seus 45 anos de idade provavelmente.

Referências

Quem era Zillah?

Naamah: Primeira Mãe dos Nephilim

Outros relatos

É importante ressaltar que uma Naamah setita (adoradores de Set, uma divindade frequentemente associada com o caos, o deserto, tempestades e violência na mitologia egípcia) é nomeada como a esposa de Noé e filha de Enoque, avô de Noé, no midrash medieval Livro de Jasher (trad. Moses Samuel c. 1840, ed. J. H. Parry 1887) Capítulo 5:15.

O teólogo do século XVII, John Gill, identificou Naamah com o nome da esposa de Ham, filho de Noé, acreditando que poderia ter havido confusão com a esposa de Noé. Veja Esposas a bordo da Arca.

Genealogia de Chavah

Esta é a árvore genealógica de Chavah e Adamah.

  • Chavah
    • +Adamah
      • Abel †
      • Seth
        • Enos
          • Kenan
            • Mahalalel
              • Jared
                • Enoch
                  • Methuselah
                    • Lamech
                      • +Batenosh
                        • Noah
                          • Naamah
                            • Shem
                            • +Salit
                            • Ham
                            • +Ne’elatama’uk
                            • Japheth
                            • +’Adataneses
    • +Samael
      • Cain
        • Enoque
          • Irad
            • Mehujael
              • Lameque
                • -Adah (Ornamento)
                  • Jabal
                  • Jubal
                • +Zillah (Sombra da Escuridão)
                  • Tubal-Cain
                  • Naamah (Adorável)

Há duas listas de nomes com significados escondidos.

A geneologia de Cain, quando lida através de seus significados em ordem, fornece a seguinte mensagem:

O Homem adquire ensinamentos [de um] dragão destruído por Deus; Deus aniquilará com sua espada os rebentos desesperados de Cain [em uma] torrente [ao som da] trombeta de Ram.

A história de Naamah

As esposas de Lameque e sua filha são as únicas três mulheres presentes na árvore genealógica de Adamah e Chavah.

Os nomes dessas três mulheres: Adah, Zillah e Naamah, significam respectivamente, “Adorno”, “Obscura” e “Adorável”.

Naamah é irmã do primeiro metalúrgico e toda a família de Lameque, inclusive, é formada por primeiros em várias coisas. Seus ofícios, ao contrário dos outros da genealogia, são bem definidos.

  1. Jabal: Ele é descrito como “o pai dos que habitam em tendas e possuem gado” (Gênesis 4:20). Isso sugere que ele foi um pioneiro na prática de pastoreio nômade.
  2. Jubal: Irmão de Jabal, Jubal é descrito como “o pai de todos os que tocam harpa e flauta” (Gênesis 4:21). Ele é associado ao desenvolvimento da música e de instrumentos musicais.
  3. Tubal-Caim: Irmão de Naamah, é mencionado como “o forjador de todos os instrumentos de bronze e ferro” (Gênesis 4:22). Ele é considerado o primeiro metalúrgico, simbolizando o avanço tecnológico na fabricação de ferramentas e armas.
  4. Naamah: Embora seu papel específico não seja descrito na Bíblia, o significado de seu nome (“agradável” ou “bela”) e esta era musicista.

Quem trouxe a Metalurgia ao Homem foi um Grigori, Azazel, amigo de Samyaza o líder dos Grigori e que, no Zohar, toma para si, junto com o amigo, a filha de Lilith como consorte, desposando-a em um relacionamento a três.

Diz-se que o nome da filha de Lilith é Naamah.

Lilith… a obscura. Lilith… que tem uma filha cujo nome é Naamah.

Naamah, que se entregou aos Malachim em troca de conhecimento para o seu povo… conhecimento do bem e do mal.

Naamah, uma das prostitutas sagradas, que se prostituiu barganhando seu corpo sacrificando-se em nome do início da civilização.

Naamah, filha de Lilith… a obscura… de Zillah… a obscura.

Zillah era Lilith, uma Lilim. Reencarnação em vida através do Pleroma Noesis, através do fruto da Árvore da Vida.

Zillah/Lilith ofertou a jovem Naamah à Samiaza e Azazel em troca da entrega do conhecimento (do bem e do mal) ao Homem – particularmente aos filhos de Lameque.

Zillah vivia um relacionamento a três com Lameque e Adah, além de já ter sido consorte de Samael. Não sei há quantas gerações ela vinha praticando o Pleroma Noesis mas, provavelmente, desde que Samael a assumiu como consorte. A entrega de Naamah – que podia ou não ser filha legítima de Lameque (talvez fosse filha de Samael) – foi parte do plano arquitetado por Samael para a libertação do Homem, assim como o fez antes com os Igigi (Neanderthais). Samael foi o herói dos Igigi assim como foi o herói da espécie Humana.

Mais tarde Naamah se casaria com o jovem Noé (talvez já Reencarnada em Vida em sua filha, de mesmo nome, cujo pai era Samyaza ou Azazel) e embarcaria com ele na arca. Os três filhos de Noé, em algumas escrituras, têm suas esposas nomeadas também. Todos eles eram filhos de Naamah e, portanto, eram filhos ou de um Humano (Lameque) com uma Lilim (Zillah/Lilith) ou filhos de uma Lilim (Zillah/Lilith) com um Malachim (Samael).

Eles serem filhos de Lameque com Zillah (uma Lilim) não é nada de mais. A própria Eva era filha de Lilith em Tábula. Mas, se Naamah fosse filha de Samael com Zillah/Lilith, isso significaria que ela sequer era da linhagem de Adão/Eva, mas filha de Zillah adotada por Lameque.

De acordo com o Zohar, a união de Samael com Lilith gerou os Shedim, que se dividiriam em Lilim e Mekhashefah, esta última classificação não sendo mais do que um termo hebraico para bruxas.

A arca, enfim, levava sim toda sorte de criatura, os animais irracionais, os Enoshim (Homens e Mulheres descendentes de Adão e Eva) e os Shedim (descendentes de Lilith e Samael).

Ham / Kham

E há Ham [1], o filho de Noé, cujo nome significa “Padrasto da Esposa”.

Ham era filho de Emzârâ (Livro de Jubileus 4:33) casado com Ne’elatama’uk – ou Eliakim, que quer dizer “Deus estabeleceu” – (Livro de Jubileus 7:13-14).

Antes de Ne’elatama’uk, Ham teve outras três esposas: Egyptus, Sare e Nahlab.

Ele teria sido filho de Noé e Naamah e, portanto, filho de uma Lilim com um Enoshim (humano).

Apesar dos outros filhos de Noé não serem mencionados em nenhum contexto positivo ou negativo, Ham é censurado por Noé após o desembarque.

A censura de Ham advém de uma transgressão. Um episódio narrado no livro de Gênesis, na Bíblia, que tem sido objeto de diversas interpretações ao longo do tempo. O texto bíblico relata que Ham, um dos filhos de Noé, viu seu pai nu e embriagado e contou aos seus irmãos. Como resultado, Noé amaldiçoou Canaã, filho de Ham.

Ham, the father of Canaan, saw his father’s nakedness and told his two brothers outside.

– Gênesis 9:22

Alguns comentaristas Bíblicos propuseram que a “visão da nudez” poderia ser um eufemismo para um ato sexual ou incestuoso, talvez indicando que Ham abusou de Noé ou de sua própria mãe. O que se baseia em leituras alternativas do texto hebraico e em paralelos com outras passagens bíblicas onde a “nudez” está associada a atos sexuais.

But Shem and Japheth took a cloth, placed it against both their backs and, walking backward, they covered their father’s nakedness; their faces were turned the other way, so that they did not see their father’s nakedness.

– Gênesis 9:23

O que se deu foi que Ham, vendo os pais embriagados, se deitou com eles, sodomizou seu pai e fez um filho em sua mãe, mais tarde relatando o ocorrido aos irmãos, que contaram à Noah o que havia ocorrido.

When Noah woke up from his wine and learned what his youngest son had done to him, he said,

– Gênesis 9:24

“Cursed be Canaan;The lowest of slavesShall he be to his brothers.”

– Gênesis 9:25

And he said,“Blessed be יהוה,The God of Shem;Let Canaan be a slave to them.

– Gênesis 9:26

Noah confrontou Ham após a noite de embriaguês e amaldiçoou o fruto da relação incestuosa, a quem chamou Canaã ou “ínfero”, “indigno”, “baixo”.

Um dos netos de Ham, o filho de Cush, se chamava Nimrod e foi a primeira figura notável da Terra.

Assim como Nimrod, um grande caçador, por graça de Yahweh.

– Gênesis 10:9

Nimrod fundaria várias cidades, dentre elas a cidade de Nimrod, também conhecida como Babel.

Ham, Cannan e os Hebreus

Ham  is  the  only  son  of  Noah  to  have  had  a  land  named  after  him. The  Egyptian  name  Kam  or Kamit   is   the   ancient   Khamitic   (Hamitic)   name   for   today’s   Egypt.   In   the  Ancient-Hebrew (Canaanite)  language  it  is  Kham.

The  ancient  land  of  Ham  to  start  was  located  at  the  southren extremity   of   Judah   in   Gerarah   (Gerar)   -GENESIS   10:   19   (called   valley   of   Gedor   in   -1 CHRONICLES   4:   39-40),   between   Gaza   and   Beer-Sheba;   13   miles   South-West   of Bethlehem, in today’s Mediterranean-Asia.After  the  dispersion  from  the  land  of  Shinar  (the  ancient  land  of  Nimrod  in  today’s  Iraq),  the Hamites  settled  in  a  valley  of  Southren  Judah  and  called  it  Gerarah  (Gerar/Gedor).

There  they built  a  city  which  they  also  called  Gerarah  (Gerar/Gedor)  -JOSHUA  15:  58  .  The  Casluhim (called  Hashmannim  “Princes”),  who  descended  from  Ham’s  offspring  Mitsraim  (out  of  whom came  the  Philistim  -GENESIS  10:  13-14),  were  the  first  rulers  of  Gerarah  (Gerar/Gedor). During  Isaac’s  time  -GENESIS  26:  6,  at  which  time  the  Casluhim  (Hashmannim  “Princes”) had  already  migrated  to  Syria,  their  descendants  the  Philistim  ruled  Gerarah  (Gerar/Gedor)  -GENESIS 26: 1.

When Ham’s son Canaan departed from the valley of Gerarah (Gerar/Gedor), he traveled to a uninhabited land located between Mount Ebal and Mount Gerizim. There he built a walled city, with a gate and called it Shalem (Salem). Canaan was the very first King of Shalem (Salem) and held the Throne Name which is written in Ancient-Hebrew (Canaanite) letters as :  ; and spelled as : Mem, Lamed, Kop, Yod, Tsade, Dalet, Qof, [MLKYTSDQ] and pronounced as : Malki-tsedeq. Which means : King of Justice -GENESIS 14: 18. The city of Shalem (Salem) was in the Province of Shekhem of the land of Canaan (-GENESIS 33: 18 Aramaic Peshitta; -GENESIS 33: 18 The Septuagint; -GENESIS 33: 18 King James Version)

The  land  of  Canaan  (today’s  Israel-Palestine),  was  the  homeland  of  a  group  of  Hamitic  people known  as  the  Canaanites.  By  the  third  millennium  B.C.E.  the  Hamitic  Canaanites  were  living in  cities,  one  of  which  was  Jericho.  They  developed  an  alphabet  from  which  other  writing systems  originated  and  their  religion,  had  a  major  influence  on  that  of  the  ancient  A’barim (Hebrews) and through them on both Christianity and Islam.By Titus Williams (Aka : Moreh Yaabez)

Demonologia

Como uma das quatro Demônias da prostituição sagrada e da sexualidade, Naamah é uma deusa importante dentro das tradições de muitos satanistas e demonólatras teístas. O nome de Naamah se traduz em “agradável” ou “prazerosa” e ela é considerada uma deusa da adivinhação. Outras variações de Seu nome são Na’amah, Maamah, Nahemoth e Nahemah. Essas grafias geralmente ocorrem em vários Grimórios e escritos cabalísticos em referência ao Seu suposto status entre os ocultistas pseudo-cristãos como um ser sinistro associado à maldade.

As origens de Naamah são obscuras. Os estudiosos não concordam quanto à maneira pela qual Ela aparece pela primeira vez na mitologia nem está claro exatamente como Ela foi identificada como uma Demônia da prostituição sagrada. O Zohar retrata Naamah como uma anja caída e uma das quatro noivas de Samael ao lado de Lilith, Eisheth Zenunim e Agerath bat Machaloth. Dentro da tradição zoharística, Naamah e sua irmã Demônia, Lilith, supostamente visitaram Adão na forma de súcubas – acasalando com ele e gerando um grande número de descendentes demoníacos. Uma dessas lendas sugere que o Príncipe Demônio, Asmodeus, foi o produto do amor entre Naamah e Adão. Outra narrativa da história do nascimento de Asmodeus implica que Agerath bat Machaloth, não Naamah, era a mãe do Demônio cujo pai era o Rei Davi.

Cabalisticamente, o papel de Naamah é muito acentuado – pelo menos dentro do contexto das Qliphoth. Ela está alinhada com a direção do Noroeste, associada a Abaddon, e é retratada como uma mulher agachada com corpo de animal, comendo terra enquanto rasteja pelo chão. Embora esta representação possa parecer estranha, é bastante adequada, considerando que Naamah é considerada entre a maioria dos Demonólatras uma deusa da terra. Esta consideração é ainda apoiada pelo fato de que Cabalisticamente Ela recebe o governo da décima anti-Sephirah de Malkuth (conhecida na Árvore da Vida como “Reino” e associada à Terra), conhecida Qliphothicamente como “Lilith”, mas não confundida com a deusa, Lilith. Naamah também serve como porteira e psicopompa, encontrando e guiando almas que partiram à medida que passam de sua existência encarnada para o reino desencarnado do Espírito. Ela exala amor e segurança enquanto acompanha cada alma através do portal e além da Sombra da Morte para os Outros Mundos que estão à espreita. Ela também pode servir como uma guardiã espiritual – atuando como uma ponte entre os reinos invisíveis e as mensagens causais e comunicativas com segurança para o indivíduo dos Outros Mundos e do além. Ela também é uma deusa Matrona das criaturas do mundo natural, trazendo cura e vida renovada a todas as plantas e animais em perigo. Ela reside dentro de um jardim noturno exuberante e fértil cheio de flora estranha e bela.

Além de Seu governo das décimas esferas sefiróticas e anti-sefiróticas de Malkuth e Lilith, Naamah também está alinhada com o 31º Caminho conhecido como Sekhel Temidi ou o Caminho da Perpétua Inteligência sobre a Árvore da Vida e o Elemento do Fogo, indicando Sua associação com a sexualidade e a paixão. A natureza de Naamah pode, portanto, ser vista principalmente como alinhada com a Terra, mas secundariamente incorporando aspectos do Fogo e da Água. Naamah é talvez a mais nutridora das Quatro Rainhas e está sempre ansiosa para proporcionar conforto e segurança aos Seus filhos e filhas. Assim, atribuo à Sua natureza o Elemento da Terra como o Elemento primário e o Elemento da Água como o Elemento secundário – reconhecendo o papel do Fogo dentro de Sua natureza como uma deusa do amor apaixonado. Naamah também oferece serenidade para aquelas pessoas que estão preocupadas e indecisas. Ela nos ajuda a desacelerar e examinar os obstáculos à nossa frente, lembrando-nos de nossas forças e habilidades para resolver todos os problemas da vida tendo fé em nós mesmos. Ela nos ajuda a reconhecer aquelas coisas em nossas vidas que são prejudiciais ao nosso bem-estar, bem como aquelas que nos beneficiam ou o farão no futuro.

Naamah há muito tem a reputação de ser uma das Demônias mais sensuais e virtuosas da sexualidade sagrada. Ela até foi retratada em obras literárias de ficção, como o romance Kushiel’s Dart (O Dardo de Kushiel), de Jacqueline Carey, como uma graciosa deusa mãe divina, inspirando em seus filhos e filhas a paixão, o desejo e a apreciação do prazer sexual. Este retrato de Naamah é bastante preciso, pois Ela é uma deusa para quem todos os assuntos da sexualidade humana são presentes sagrados. Recorda-se a frase proferida pela Grande Deusa da Wicca em que Ela diz que “todos os atos de amor e prazer são meus rituais”. Este é talvez um sentimento perfeito para Naamah. Aquelas pessoas que buscam Seus mistérios devem ter em mente que apreciar as alegrias da carne é prestar homenagem a Naamah.

Nome principal: Naamah.

Outros nomes: Na’amah, Nahemah, Maamah, Nahemoth.

Fonte(s) Mitológica(s): Tradições Cabalísticas e Ocultas.

Títulos: Rainha Demônia, Noiva de Samael, Rainha da Terra.

Papel: Uma das Quatro Rainhas Demônias, Demônia da Sexualidade

Sagrada, Protetora de Mulheres e Crianças, Deusa do Amor.

Animais Sagrados: Touro, serpente, cachorro, cordeiro, coruja, cabra, porca, pomba, rinoceronte.

Seres Míticos: Gnomos, anões, elfos, górgonas, minotauros, súcubas.

Signo(s) do Zodíaco: Todos os Signos de Terra, especialmente Touro.Planeta(s): Terra, Vênus.

Elemento(s): Terra (Primário), Água (Secundário), Fogo.

Direção: Noroeste (Cabalística), Norte (Tradicional), Leste (Bíblico), Sul (Agripa).

Cores: Preto e amarelo.

Parte da Alma: Guph (O Corpo Físico).

Sentido: Toque ou Tato.

Nota Musical: F (Fá).

Mundo Cabalístico: Assiah.

Inferno Cabalístico: Nenhum.

Palácio Cabalístico do Inferno: O Sétimo Palácio.

Atribuições da Árvore da Vida: Malkuth.

Habitação Qliphóthica: Lilith (Rainha da Noite).

Demônios Associados: Lilitu.

Vogal: A.

Sons: K, kh, g, gh.

Ambiente: Geosfera.

Temporada: Inverno.

Palavras Mágicas: Psychompoiaps, Demogened, Zenobiothiz,

Nerxiarxin.

Consorte: Samael.

Filhos: Asmodeus (especulativo).

Parentesco: Desconhecido (talvez Raabe).

Árvores: Carvalho.

Ervas: Lírio, azeitona, trigo, pêssego, figo, verbena, malva, amêndoa, madressilva, limão, coentro, agrião, espinafre, fúcsia, trevo, visco, íris, jacinto, lilás, cereja, murta, margarida, amor perfeito, pervinca, maçã, rosa, tomilho, verbena, milho, hera, salgueiro, cereais, carvalho.

Pedras: Cristal de quartzo, safira, granada, cornalina.

Incenso: Dittany (Dictamo) de Creta, storax, copal preto, vetiver, sândalo, almíscar, patchouli, musgo de carvalho, rosa, mirra, âmbar cinza, benjoim, trevo.

Metais e Minerais: Bismuto, cobre, latão vermelho, lápis verde, pérola, coral, vidro.

Cartas de Tarô: A Imperatriz (Planetária), O Hierofante (Zodiacal), Julgamento (Cabalística), as quatro Princesas, Pentáculos, Rainha dos Pentáculos.

Doenças: Doenças mentais, problemas intestinais, distúrbios e lesões nas articulações e ossos, dificuldades e distúrbios reprodutivos, dores menstruais, disfunção sexual, problemas de crescimento, distúrbios hormonais, problemas e lesões na garganta e no pescoço, letargia, doenças sexualmente transmissíveis, problemas estomacais e digestivos, cancro, dormência, diarreia, obstipação.

Governo corporal: Sistema excretor, sistema esquelético, órgãos reprodutivos (especialmente o sistema reprodutor feminino), garganta e pescoço, tecidos.

Pecados: Luxúria.

Vícios: Inércia, hipersexualidade, credulidade, autodestruição.

Virtudes: Discriminação, ceticismo, autocontrole.

Dias Santos: 14 de maio (Zodiacal), 30 de abril (Walpurgis

Nacht/Beltane – Hemisfério Norte).

Hora do dia: Meia-noite.

Elemento Químico: Enxofre, Antimônio.

Processo Alquímico: Congelação.

Simbolismo: Círculo, glifo alquímico para Sal, triângulo invertido, cruz de braços iguais, chave, cubo.

Chakra: Raiz.

Ferramentas rituais: Círculo mágico, sal, altar, giz, cera, púlpito.

Drogas: Haxixe, afrodisíacos.

Poderes e regência: Amor, sexualidade sagrada, luxúria e desejo, conforto, cura, nutrição, segurança, relacionamentos, proteção e bem-estar para animais e vegetação, conforto para as almas moribundas e falecidas, cura, introspecção, segurança, discernimento, serenidade, logicamente resolver problemas e dilemas, acalmar ansiedades, autoconfiança, força de vontade, estados alterados de consciência, magia da terra, geomancia, talismãs, alquimia, força física, magia do amor, magia sexual, conhecimento da vida após a morte, comunicação com o falecido, necromancia.